segunda-feira, 22 de setembro de 2008

REGINA DUARTE LOIRA


















































































































A nossa namoradinha do Brasil Loira e linda!

Regina Duarte nasceu morena e todos nós fãs sabemos disso...mas em alguns dos seus trabalhos para o cinema ,teatro e telenovelas ela nos deu a graça de aparecer “Legalmente Loira”. Foi no seu primeiro filme que Regina atacou de Blonde em Lance Maior como Cristina uma rica e mimada garota da alta sociedade.



Mas logo veio a doce Carolina do “Terceiro Pecado”, a bela Regina personagem com o mesmo nome da atriz em “Legião Dos Esquecidos” e Melissa da novela “Os estranhos” todas da saudosa Ivani Ribeiro da extinta TV Excelsior, com exceção da novela do Raimundo Lopes “Legião dos Esquecidos. Em Véu de Noiva a sua estréia na Globo Regina fazia Andréa uma jovem que usava uma peruca loira para si passar por sua tia falecida “Roberta”.



Selva de pedra ela dar o ar da graça como A artista plástica “Rosana reis’ linda e loira. No seriado Retrato de Mulher apareceu loira em um dos episódios. No teatro ela foi louraça em Réveillon e Miss Banana. A sua ultima aparição loira na TV foi na novela Desejos de Mulher (2002). Afinal Regina Duarte Loira ou morena é um espetáculo de talento.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

A BELA REGINA DUARTE!

O semblante sereno e a voz delicada de Regina Duarte. A bela é uma fera da arte de interpretar, Regina Duarte é marcante com a sua beleza e talento. Essa grande atriz Brasileira é um orgulho para as nossa Arte Dramática.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

FILME: O HOMEM DO PAU-BRASIL










O Homem do Pau-Brasil (O Homem do Pau-Brasil) País: Brasil, 1984, 102 minDireção: Joaquim Pedro de Andra de Roteiro: "Joaquim Pedro de Andrade, Alexandre Eulálio Fotografia: Kimihiko KatoElenco: Ítala Nandi, Flávio Galvão, Dina Sfat, Juliana Carneiro da Cunha, Regina Duarte, Cristina AchéDescrição: Apresenta Joaquim Pedro de Andrade: "Comédia, delírio rigoroso sobre a vida, paixão e obra do revolucionário escritor modernista Oswald de Andrade, representado simultaneamente por um ator e uma atriz, Flávio Galvão e Ítala Nandi. Os dois Oswalds partilham com Juliana Carneiro da Cunha, Regina Duarte, Cristina Aché, Dina Sfat e Dora Pellegrino as mesmas camas e idéias, até que estas os separem. Com a "devoração" de Oswald-macho pelo Oswald-fêmea, dá-se a criação da Mulher do Pau-Brasil, líder da revolução que instalará o matriarcado antropófago como regime político do país." O co-roteirista Alexandre Eulálio provoca: "É um filme desinibido, provocador, que pretende, ao mesmo tempo, ser festa visual e um esfuziante precipitado de idéias em disparada. Um filme que pode ser visto pelos não-iniciados como uma divertida extravagância erótico-sarcástica, mas que pode também deliciar ou matar de irritação os estudiosos e especialistas do tema." Completam o vasto elenco nomes como, entre outros, Miriam Muniz, Grande Otelo, Etty Frazer, Othon Bastos, Paulo José, Wilson Grey, Sérgio Mamberti e Antonio Pitanga. O Homem do Pau-Brasil recebeu os Candangos de Ouro de filme e atriz (Dina Sfat) no Festival de Brasília de 1981. Comédia, delírio rigoroso sobre a vida, paixão e obra do revolucionário escritor modernista Oswald de Andrade. Último longa-metragem de Joaquim Pedro no qual recria o universo do movimento modernista de 22, centrado nas atividades frenéticas do escritor e dos demais artistas e simpatizantes do período.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

O DESASTRE DE SIMONE NA NOVELA SELVA DE PEDRA (1972).


 
O carro sai da estrada, rola no barranco e explode. Sirenas, polícia, rodoviária gente se oferecendo para ajudar. É a cena mais ousada e difícil jamais filmada na televisão brasileira.

Quinta feira 10 horas da manhã. No Km 35, da estrada Rio-Petrópolis, tudo é tranqüilo. De repente , uma Kombi da Rede Globo de televisão, estaciona, seguida por um cortejo de ônibus e carros de externa. Depois chega uma ambulância da Santa Casa de Misericórdia, uma equipe de médicos, um carro de polícia rodoviária, O Dodge Dart amarelo de Regina Duarte e um caminhão transportando um Volks 65, de cor azul-celeste. Em pouco tempo, o local se enche de curiosos e perguntas e perguntas, enquanto artistas e técnicos jogam bola, descansam sobre a grama ou tomam cafezinhos do Belvederi, à espera do início da gravação de mais um capitulo da novela “Selva de Pedra”: o desastre com o fusca de Simone, que mobilizou toda a equipe de produção. É a primeira vez que a televisão brasileira faz um carro explodir.

Marcada para a parte da manhã, os preparativos estenderam a gravação até o fim da tarde, quando a produção mandam que todos desçam mais de 200 metros na estrada, junto a um barranco de dois metros de altura. Duas câmaras são colocadas debaixo do barranco, montadas em dois caminhões. Vereza, que vai gravar uma cena, dirigi-se para um dos ônibus afim de trocar de roupa e o resto da equipe se senta no meio-fio. Enquanto isso os técnicos trabalham concentradamente, sob a direção de Walter Avancini.

A 200 metros dali, a polícia rodoviária impede o trânsito para que se inicie a primeira tomada: a queda do fusca verde, onde estão Simone (Regina Duarte) e Lena, sua nova empregada (a atriz Tâmara Taxman que pela primeira vez trabalha na Globo).

PREPARANDO A MORTE – O fusca é colocado sobre tábuas, na direção do barranco. Tudo pronto; câmeras ligadas, caminhões de externas funcionando, fotógrafos de olhos fixos nas maquinas e olhares assustados das cem pessoas que cercam o local. “Vamos começar a gravação”, diz Avancini.

O carro de socorro empurra o Volks, mais ele só vai até a metade do barranco. A cena deverá ser repetida. O reboque se prepara para trazê-lo novamente para a estrada. Gonçalves e Celinho- assistentes de produção- vão até o meio do barranco e ajudam amarrá-lo para a subida. Tudo deve ser perfeito para que a gravação não seja transferida para outro dia. As pessoas ficam em silên cio preocupadas com os dois assistentes que operam junto do carro, no barranco. Depois com muito esforço, parte do trabalho é realizada. Já quase em cima do morro, um dos pneus sai do lugar. Vereza e Avancini tentam colocá-lo novamente no sobre as tábuas. Segurando um cano de ferro, molhado de suor, Vereza se esforça para apoiá-lo. Quando tudo já está quase pronto, uma das tábuas se quebra e é preciso consertar a posição do automóvel. Durante todo esse tempo, Avancini avisa às pessoas que se afastem do local. Finalmente o carro é colocado sobre as tábuas. Todo mundo aplaude e respira de alívio.

NA DIREÇÃO DO ABISMO – As câmeras são ligadas de novo, os caminhões voltam aos seu postos e está tudo pronto para a repetição da cena. “vamos começar a gravar”, grita Avancini. O carro é empurrado- não pelo socorro, que falhou da primeira vez, mas por Salvador, motorista de um dos caminhões da Globo. Não podia sair melhor: O fusca sai da estrada, dá várias cambalhotas e cai no barranco, com uma das portas abertas.

- O que aconteceu? Precisam de ajuda? A essa altura, há pelo menos umas duzentas pessoas no local, embora a policia federal já tenha liberado o transito para o intervalo antes da gravação da segunda cena: a explosão.

Francisco Cuoco, que assistiu à primeira mostra-se calmo, apesar da expectativa. Vereza Sorri, satisfeito com o sucesso de seu trabalho e Avancini já se prepara para o resto. As perguntas continuam insistentes:
- Precisam de transportes para as vitimas? Estou com o carro aqui...
Na confusão a fantasia se mistura com a realidade e, tomado de nervosismo, Toninho, um dos responsáveis pelo guarda-roupa, acaba se ferindo, quando vai apanha o paletó de Vereza dentro do ônibus: fica pendurado na janela pelo anel e machuca a mão direita.


FUMAÇAS E PERGUNTAS – Os preparativos recomeçam. Dois homens testam os extintores que deveram ser utilizados para apagar o fogo depois da explosão. A gasolina é espalhada sobre o carro. Avancini entra no caminhão da externa, senta na mesa de corte e com dois fones de intercomunicação no ouvido, chama todos os carros para a gravação:

- Alô, alô carro 1. Atenção

- Alô, alô carro 2. Atenção

O fusca azul-celeste entra em chamas, que vão crescendo, ficando cada vez maiores, até chegar à explosão, num grande estrondo. O fogo continua, sobe, levando a fumaça até quase ás nuvens. No carro de externa , as cenas se reproduzem: visto pelo vídeo , o incêdio é perfeito. Lá fora, as pessoas continuam se agitando, atraídas pelo movimento.

De repente, aparece um táxi. Freia bruscamente e dele salta vereza, correndo.
Gritando palavras assustadas, vai até o meio do barranco e volta-se para o ator que contracena com ele, o motorista de táxi:
- Que é isso, cara? (Corte).

Uma hora depois, o local estava novamente tranqüilo. Simone morreu? Foi acidente ou suicídio? As perguntas ficaram na fumaça e só serão respondidas na próxima semana, quando o capítulo for para o ar.